
O sexto tema sujeito a (de)bate neste Tasco, surge hoje.
(De)Batam como, quando e em quem quiserem, mas não percam o entusiasmo, por favor!
Deixo aqui uma nota. Poderei não conseguir responder aos comentários logo quando os enviam. Procurarei, no entanto, publicá-los assim que mos enviarem e agradeço que respondam uns aos outros, interagindo dinamicamente.
Em vésperas de campanha eleitoral, gostaria de saber como cada um de vós, nos tentariam convencer a votar no vosso nome.
É uma tentativa para saber o que deve mudar no discurso político.
Eu começo a estar um pouco “cheio” dos discursos vazios, das querelas pessoais expostas em público durante a campanha, das pseudo promessas!
Costumo fazer a analogia da política com a silicone:
A fantasia da imagem, perante o vazio da realidade!
Mas isto sou eu que, com a idade, me tornei incrédulo.
Digam de vossa justiça.
(De)Batam entre vós as vossas TRETAS!
O Tasco está aberto!
Contem de vossa justiça!
Venham daí as vossas TRETAS!
De
red shoes a 14 de Setembro de 2009 às 00:03
A esta hora quase matinal não estou com os neurónios já no sítio. Prometo que assim que os acomode te comentarei a treta.
Até lá.
Red Shoes,
Arruma lá os teus neurónio à vontade.
Quero que estejam cómodos, para poderem produzir TRETAS válidas ao nosso sistema político.
À semelhança do que acontece com outros (de)bates, todos aguardam pelas TRETAS de cada um.
Tretices acomodadas para ti.
Olá. Não tenho jeito nem sou demagoga para falar de política. Mas, un dia destes, recebi um e-mail que editei no meu blog, sobre o tema "Births in Portugal".
Um dos dois comentários que recebi foi este, que dará certamente tema para (de)bate e direito a voto, neste cantinho da treta.
Bj

"A questão está longe de ser se percebemos ou não de política...
O centro da questão está numa questão de coerência e de justiça social..Concordo que cada vez mais a natalidade seja incentivada por todos os motivos e mais alguns... Em vez dessa medida perfeitamente mascarada dos duzentos euros... bastava diminuir o IVA nos produtos destinados a recém nascidos e lactentes, como por exemplo, fraldas, leites, produtos de higiene, toalhetes, mobiliario... só que isto tem um problema...É uma medida concreta e este governo tem alergia a medidas concretas."
Cantinho,
Estás transformada numa verdadeira política.
Podes contunuar que estás no bom caminho.
Concordo contigo, teria de haver vontade, para que as coisas pudessem acontecer.
Tretices politizadas para ti
Eu podia limitar-me a dizer: ide lá ao meu tasco de campanha e aí sim tomarão conhecimento com o que são verdadeiras medidas políticas, sociais e até culinárias. Mas para não me ficar só pelo atrevido aproveitamento desta oportunidade para vender o meu peixe (cruzes, credo, canhoto), vou ensaiar dizer duas:
Então "começas a estar um pouco cheio destes discursos vazios..."?
Parece-me já tarde ;-)Eu há muito que deixei o botão na posição on.
Estamos condenados (mas somos nós que nos condenamos) a tersempre mais do mesmo e cada vez em piores versões. Mas creio que até gostamos. Sempre podemos dizer mal, afiar a lingua, fazer grandes tiradas, mas nada mais. Os ilustres políticos (TODOS)são uma amostra real da sociedade que os "escolhe".
Há (haveria) por aí alguém (alguns) honesto e competente que esteja disposto a "contribuir socialmente" durante um certo periodo para dar o exemplo como se deve dirigir e trabalhar? (Tudo isto dentro das mais elementares regras democráticas, entenda-se, para evitar maus juizos...)
NÃO!.
Há pessoas honestas e competentes sim (ainda) mas estão-se nas tintas e não se querem misturar com esta gentalha.
De maneira que teremos de ficar a viver nesta "apagada e vil tristeza".
Não queria levar isto tão a sério, mas acabou por sair assim.
1 abraço
2xCarapau,
Agora vou eu também tomar um "ar sério".
Sim, concordo contigo. "No princípio era o verbo"!
Fazer política!...
No entanto, criou-se uma uma "casta" de cidadãos que, tornando a prática da política numa profissão, acabaram por blindar todas as acções tomadas em nome da política a ponto de, nem a justiça conseguir interferir.
Isso ainda é o que mais me custa!
Um gandabraço.
Carapau, o nosso primeiro respondeu hoje na entrevista do Ricardo Araújo Pereira, em "Gato Fedorento esmiúça os sufrágios" , que a política não é uma profissão.
Precisamos de incentivar os jovens para a política. Não a de Sócrates, da Manuela, do Louçã, do Portas e do Jerónimo.
Sabes que os melhores políticos não se expoem?
Beijinho
Não é profissão? Não devia ser, mas não é outra coisa. A começar pelo exemplo dado pelo autor que disse isso. Tanto assim é que faz tudo para não ficar desempregado.
Olha para a (quase) totalidade dos ilustres politicos (passados, presentes e certamente futuros) de todos os niveis e pergunta-te o que fariam e onde estariam se não estivessem na política?
A resposta diz tudo.
Bjo.
Casta? Talvez seja melhor chamar-lhe corja.
Quanto à justiça ...vou ver se encontro um texto que tenho algures e que alguém escreveu há um século atrás, e se o encontar, afixo-o lá na parede da caverna. Parece que sempre foi assim...
1 abraço
Eles rapidamente ficam com os cabelos brancos, mas que o dinheirinho cai-lhes no bolso, oh, que maravilha.
Passo a dizer que a política é "Amais velha profissão do mundo".
A única vantagem desta profissão, a política, é que não precisam de "preservativos". ´Quando lá chegam já estão imunes a qualquer vírus.
Beijinho para o carapau e o tretas (que deviam ser uns bons politiqueiros, ai que palavra! Pelo menos convenciam).
De
Me Hate a 15 de Setembro de 2009 às 19:36
Eu gosto mesmo, mas mesmo, mesmo é "DoBatman"... sei lá, aquele "cabidal", aquela cena negra sem humor, os carros, as mansões, o dinheiro herdado não sei de quê... Porra, lá tou eu a falar de politica! Fuck!
Hate Him,
eheheh... Só faltava agora vires falar do amigo, o Robin, e dizeres que é menor!....
Tretices sem politiquices para ti.
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