Domingo, 14 de Dezembro de 2008

Comissão para os refugiados

Hoje comemora-se o aniversário da criação do “Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados”. O Jornal da TRETA apurou que, em 14 de Dezembro de 1950, já se sabia que a Real República do Troca-o-Passo, iria contribuir activamente para o desenvolvimento das acções de apoio e protecção a refugiados de todo o mundo. Um ano antes, em 1949, tinha nascido uma criança com excelentes características para o desempenho desta espinhosa missão.

 

Numa entrevista recente ao Eng. Beiças do Técnico, actualmente conhecido pelo Beiças da Internacional Socialista percebemos que toda a sua educação, formação académica e percurso profissional, ou seja, político, decorreu tendo como objectivo prepará-lo para o desempenho eficaz da função de Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados.

 

- Eng. Beiças, quando é que o senhor descobriu que tinha este sentido de missão?

- Desde sempre que o sei. Sabe, eu já quando era pequeno recolhia em minha casa o filho do caseiro, quando ele vinha com os copos, depois das tradicionais noitadas. Isto para o rapaz não levar tareia do pai. Sempre fui sensível às questões de violência.

- Mas o senhor não cursou nada que envolvesse questões humanitárias…

- Sabe que o meu curso tem tudo a ver com as minhas missões actuais…

- Sim?!...

- Sim, a engenharia electrotécnica, permite-me que quando me desloco aos países mais carenciados, possa estudar as formas de criar empresas de energia onde possa participar, para podermos contribuir para o desenvolvimento das regiões e ultrapassar carências básicas das populações.

- E a carreira política?...

- Política não, profissional!... Sabe que eu encarei sempre a profissão de político sob duas perspectivas, a do espírito de missão, na ajuda do povo desta Nação e a do espírito do CV.

- Espírito do CV?... O que é isso, sr. Eng?...

- Do Curriculum Vitae. Eu tinha de criar as condições para poder justificar a criação deste comissariado. Durante o exercício da minha profissão de político, refugiei muita gente no meu Partido, muitos dissidentes de outros Partidos e, desta forma, consegui enriquecer o meu CV.

- O senhor como Ministro-Mor conseguiu alcançar a simpatia da população…

- Sim, eu estudei dicção e arte dramática, o que me permitiu melhorar a capacidade de comunicação, ou seja, falar muito e dizer pouco. Para além disso, a minha missão de integrar muitos refugiados na Administração Pública, acabou por me permitir cumprir dois objectivos, o da simpatia e o do enriquecimento do CV.

- Finalmente o Senhor chega ao cargo…

- Sim, estamos a trabalhar intensamente para encontrar soluções no sentido de refugiar aqueles que, por razões diversas se encontram em situação precária ou de risco nas regiões que habitam.

- Quais foram os caminhos já encontrados?...

- Estamos a negociar vários….

- Sim, mas quais?...

- Não lhe posso dizer agora porque… o segredo é a alma do negócio.

 

publicado por Tretoso_Mor às 12:09
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